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Plano genocida e negacionismo

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, não queria que o Brasil integrasse o consórcio global Covax Facility, que entregou um milhão de doses de vacina AstraZeneca/Oxford em 21 de março e ainda entregará outras 41 milhões. A resistência de Araújo, ainda em 2020, era porque via na aliança um fortalecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS), naquele momento atacada por Donald Trump e criticada também por bolsonaristas.
Ernesto Araújo sempre disse que queria ser um pária internacional, orgulho típico de um genocida. Este negacionismo defendido pelo governo Bolsonaro já custou 300 mil vidas e o colapso no sistema de saúde brasileiro.
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