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Ultraliberalismo cobra seu preço: pobreza na Argentina dispara para 35%

A pobreza na Argentina aumentou de 32% para 35,4% no primeiro semestre, o nível mais alto desde o colapso da economia em 2001, informou o Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec).

É o preço cobrado pelo ultraliberalismo levado adiante pelo presidente Mauricio Macri no país vizinho. Uma política econômica que contou com entusiasmado apoio brasileiro, desde o governo Temer agora no de Bolsonaro – e também com aplauso quase unânime dos “especialistas” da mídia corporativa nacional.

Jair Bolsonaro fez do presidente argentino seu segundo amor (o primeiro, sabemos, mora hoje na Casa Branca, em Washington). Por trás da relação amistosa, há os governos dos dois países mais importantes da América do Sul empreendendo uma política ultraliberal, com foco nas privatizações e retirada dos direitos dos trabalhadores.

A Argentina está dando o aviso: “eu sou você amanhã”. Desde Temer, as reformas não criaram um mísero emprego, pelo contrário. A economia brasileira patina sem perspectivas. Mas Bolsonaro, insensível, continua “combatendo o socialismo mundial”…

Rogério Correia, deputado federal
Mandato Sempre na Luta

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