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Rogério Correia questiona demissões na Cidade Administrativa

O deputado estadual Rogério Correia (PT) vai protocolar na próxima segunda-feira, 07/11, requerimento solicitando à Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa que encaminhe ofício ao governador do Estado a fim de obter esclarecimentos acerca das demissões de trabalhadores que prestavam serviços na Cidade Administrativa pela empresa pública Minas Gerais Administração e Serviços (MGS). Entre eles, vigias, recepcionistas, copeiras e garçons. Segundo o governo, a medida seria uma forma de contenção de despesas.

O líder do Movimento Minas sem Censura, Rogério Correia, questiona a razão das demissões apresentada pelo executivo. Ele quer explicações do governo por meio da realização de uma audiência pública na Casa. “É um absurdo a demissão desses trabalhadores, após o governo ter contratado quase quatro mil funcionários em cargos de confiança, através de Lei Delegada, a um custo de R$ 73 milhões”, questiona Rogério.

Entre as informações pedidas ao governador, destacam-se:

  • Quantos servidores da Cidade Administrativa foram demitidos?

  • Quantos servidores foram contratados por Lei Delegada?

  • Quantos servidores foram contratados por Recrutamento Amplo?

  • Qual o custo dessas contratações e demissões?

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Comentários

  1. geogama-itajubá - 6 de novembro de 2011

    o governicho anastasia/aecio fazem contenção de gasta encima de servidores. porque não limita gastos com cemig e copasa em propaganda banal e fútil.

  2. Diego - 14 de novembro de 2011

    Estado de MG cada vez pior.

  3. José - 14 de novembro de 2011

    Ê governinho safado e sem vergonha. Alega tá faltando dinheiro e tem que fazer cortes. Tão mandando os concursados de cargo humilde embora, pra sobrar dinheiro pra fazer contratos pra cargos de confiança caríssimos que chegam a 73 milhões de reais com 4000 vagas. estes cargos de confianças, são cabos eleitorais pras campanhas pra prefeito do ano que vem. Concursado não gera voto.

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