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Recordar é viver

A dupla Aécio/Anastasia adorava as tais pedaladas fiscais, quando os dois tucanos governaram Minas. Pior: com a permissão dos tribunais na época, inclusive do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Foi do TCE, inclusive, que veio a manobra que permitiu a Anastasia não aplicar o mínimo exigido pela Constituição na Educação.

A “mágica” usada por eles para maquiar as contas do Estado eram os decretos de suplementação orçamentária. Em bom português, o governo Aécio e o governo Anastasia se autorizavam a gastar mais. Foram 972 decretos dessa natureza.

Nas pedaladas, o então governador Anastasia manobrou até no percentual que a Constituição obriga a destinar às áreas da Educação e Saúde. O deputado Rogério Correia, do PT, e o bloco Minas Sem Censura, na época de oposição ao governo estadual, foram ao Judiciário contra essas manobras. Alguns procuradores do Ministério Público Estadual (MPE) também questionaram.

Mas deu em nada. Os tribunais da época não viram problema algum. Incluindo o TCE, que agora retorna ao noticiário através de um entendimento conservador e inexplicável que barra operações de crédito feitas pelo governo Pimentel dentro da lei e da Constituição.

Mandato Sempre na Luta
Rogério Correia, deputado do PT

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