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O ultraliberalismo de Temer, Guedes e Bolsonaro

Nesta segunda (26/11), a ONG Oxfan divulgou um relatório sobre as desigualdades no Brasil. No documento, intitulado: País estagnado: um retrato das desigualdades brasileiras – 2018, o fosso entre ricos e pobres aumentou. Os cálculos feitos pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelaram que após dois anos de retração da economia brasileira, os ricos conseguiram aumentar suas rendas, enquanto que para os pobres, suas rendas foram escassas e encolheram consideravelmente.

Entre 2016 e 2017, no governo Temer, 10% dos brasileiros mais ricos aumentaram seus ganhos médios em 6%. Isso representou uma alta de 2%. No entanto, a população mais pobre teve uma retração de 3,5% de seus rendimentos devido ao desemprego no país. Além disso, os benefícios caíram 1,6%, o que significou um salário-mínimo a menos na renda familiar.

Ainda durante o período, a taxa de desemprego aumento de 11,5% em 2016 para 12,7% em 2017. O Brasil tinha 13,3 milhões de pobres em 2016 e 15 milhões de pobres em 2017. A política de Temer é assim: Atingir os mais pobres e com mais força. Está, aí, a constatação!

Nesse sentido, o relatório da Oxfan nos chama a atenção para quinze anos sucessivos de melhora desse indicador e para o retrocesso substancial dos dois últimos anos. E, também sugere que é preciso mudar na forma como o Estado arrecada e gasta, ou seja, a Oxfan destaca que o sistema tributário do Brasil é atrasado quando ao dos países desenvolvidos.

Para a Oxfan, o sistema brasileiro privilegia impostos indiretos, que incidem sobre a produção e o consumo, e não diretamente na renda. A recomendação trata-se, portanto, de mais impostos sobre os ricos, o que não acontece na prática por aqui. A ONG defende, como criação de novo imposto, a volta da tributação sobre lucros e dividendos das empresas a seus acionistas e nova alíquota de IR (imposto de renda) mais elevada para brasileiros que possuem maior renda. A saber, a alíquota máxima de IR cobrada, atualmente, é de 27,5% àqueles que ganham acima de R$ 4.664,68.

Promessa de campanha de Bolsonaro:

A proposta do futuro ministro da Fazendo, Paulo Guedes, no entanto, é totalmente oposta quanto ao recomendado pela Oxfan. Guedes pretende unificar a alíquota de IR em 20% para todos aqueles que ganham acima de R$ 5.000,00, deixando isentos os brasileiros com renda abaixo desse valor. Para Rafael Georges, autor do relatório e coordenador da Oxfam, é possível sim criar um projeto para distribuir renda sem elevar a carga tributária, num sistema progressivo e de acordo com a Constituição brasileira.

Contudo, a turminha do Bolsonaro não pensa dessa forma e não possui nenhum projeto que abarque as demandas reais do povo brasileiro. Todos são farinha do mesmo saco: Temer, Guedes e Bolsonaro. E, o Brasil poderá ficar muito pior!

Mas, seremos, sim, a resistência e lutaremos juntos porque ninguém soltará a mão de ninguém!#Semprenaluta pessoal!

Mandato Sempre na Luta
Rogério Correia, deputado estadual
e deputado federal eleito

 

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