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O silêncio despudorado do trio moralista…

Já são 11 dias desde que o escândalo veio à tona e o mistério permanece: cadê o motorista, ou ex-motorista, do deputado Flávio Bolsonaro? Aquele que movimentou R$ 1,2 milhão em operações suspeitas identificadas pelo Coaf. Sumiu?

É infame o silêncio e o meneio de ombros dos moralistas de plantão do Judiciário brasileiro. Fingem que nada ocorreu. O procurador Deltan Dallagnol, aquele do powerpoint mais ridiculamente famoso do mundo, se omite e diz que é problema do MP fluminense (de olho na PGR, o carreirista não quer se envolver em polêmicas com o presidente eleito).

Sergio Moro, aquele político que tirou Lula das eleições para favorecer a vitória do seu aliado Jair Bolsonaro, também nada fala a respeito. Raquel Dodge, a atual procuradora-geral, aquela que adora fazer discursos contra a corrupção, também não dá qualquer aceno de desaprovação ao escândalo da família Bolsonaro.

As perguntas se avolumam: por que um valor tão alto na conta do ex-motorista Fabrício de Queiroz? Sabe-se que dez deputados da Assembleia do Rio foram presos por organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Suspeita-se de dinheiro de empresas concessionárias de ônibus. Por que Flávio Bolsonaro não foi preso também?

Por que o trio Dallagnol, Dodge e Moro não está curioso? Indignação seletiva?

Mandato Sempre na Luta
Rogério Correia, deputado estadual e federal eleito

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