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O ‘Novo’ de Zema e a Volta de Aécio e Anastasia

Romeu Zema foi eleito governador pelo Partido Novo e prometeu fazer o “novo”. Papo furado. Não bastou uma quinzena para demonstrar que seu governo é parte do que há de mais velho na política. Pior: um velho que já demonstrou, no passado recente, não ter dado certo.

E quando falamos de Minas Gerais, nada melhor do que lembrar os nomes de Aécio e Anastasia como o exemplo do velho que fracassou.

Zema decidiu contratar uma velha conhecida dos mineiros, Renata Vilhena, como consultora do governo. Ela vai “ajudar” na estruturação da “reforma administrativa”.

A monta de velharias ineficazes simbolizadas pela contratação de Vilhena é evidente. Para começar, Zema repete uma prática já usada por Anastasia, a de terceirizar postos chaves, retirando poderes das secretarias e contratando empresas privadas. Não deu certo daquela vez.

Renata Vilhena foi a responsável, sob orientação de Aécio e Anastasia, pelos choques de gestão de 1ª, 2ª e 3ª gerações. O desmonte da máquina do estado promovida pelo choque de gestão quebrou Minas Gerais, levando a seu endividamento explosivo, política incompetente pela qual os mineiros até hoje pagam. Servidores perderam direitos. O serviço público do estado pagou o pato, prejudicando os cidadãos. Em especial cabe recordar as perdas dos trabalhadores da Educação, que não perdoam o caos proporcionado por Aécio e Anastasia em Minas.

Agora, Renata Vilhena está de volta ao lado de Zema. É o pedigree tucano de Aécio na atual gestão do governo mineiro. De “novo”, não há nada.

Rogério Correia,
deputado federal eleito
Mandato Sempre na Luta

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