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A nova política de combustíveis no Brasil e a fake news que virou piada em Minas

Os brasileiros somos testemunhas de como o preço da gasolina, e todos os demais combustíveis (incluindo o gás de cozinha) vem subindo, de forma extraordinária, nos últimos tempos. Particularmente, a partir do ano passado. Não por coincidência, exatamente a partir da posse de Michel Temer como presidente da República.

Isso ocorre porque a política da Petrobras, a partir de Temer, Aécio e Pedro Parente, é dar todo o poder aos investidores, sobretudo os estrangeiros. Quem paga o preço é o consumidor. Por isso, em TODO O BRASIL, a Petrobras autorizou aumento no preço dos combustíveis três vezes apenas neste mês de fevereiro. Repetindo: apenas neste mês que mal chegou à metade, a gasolina já subiu três vezes em TODO O BRASIL. Por isso mesmo, desde agosto de 2016, a partir do golpe contra Dilma Rousseff, a gasolina subiu 50 centavos em apenas 16 meses. São 13,35% de reajuste, o que dá R$ 25 a mais para 50 litros de gasolina.

É por isso que soa como piada de mau gosto a fake news que setores da oposição querem espalhar em Minas Gerais. Querem que os mineiros acreditem que os reajustes se deveriam ao aumento do ICMS no Estado. Trata-se de uma mentira até caricatural: o ICMS representa 29% do preço da gasolina. O aumento ocorrido em Minas, portanto (a alíquota subiu de 29% para 31%) representa apenas 8 centavos no preço do combustível. Isso num período de três anos, desde a posse de Fernando Pimentel no governo estadual.

É por isso que a fake news que a oposição espalha principalmente no whatsapp (ou seja, sem autoria definida, exatamente para gerar confusão) está sendo encarada por muitos como uma piada. EM MINAS, o ICMS, que representa apenas 29% do preço da gasolina, sobe 2 pontos percentuais em TRÊS ANOS. No Brasil, em APENAS UM ANO E MEIO, a política de Temer/Aécio/Pedro Parente fez a gasolina disparar 13,35%! Percebe a diferença?

Como diz a sabedoria popular, “toma que o filho é teu”. O povo sente no bolso como a gasolina passou a subir exatamente a partir do golpe. A turma de Aécio que assuma isso: o privilégio agora é todo dos investidores, e o consumidor que pague a conta. É essa a lógica deles. Que assumam e parem com essa bobagem de fake news anônimos no whatsapp.

Leia a nota completa do bloco Minas Melhor:

Impacto do aumento na alíquota de ICMS é de apenas oito centavos no preço da gasolina

Os frequentes reajustes nos combustíveis são culpa do governo Temer e não da mudança de 29% para 31% na alíquota do ICMS sobre a gasolina, feita pelo governo de Minas, que representa um aumento de apenas R$ 0,08.

Esse é o real valor do impacto da mudança da alíquota do ICMS no preço da gasolina, desde que o atual governado de Minas tomou posse, em 2015.

Por outro lado, desde o impeachment de Dilma Rousseff, em agosto de 2016, o governo Temer,, por uma política de mercado em detrimento de uma política de Estado, autorizou reajustes que elevaram para R$ 4,198, o preço médio da gasolina em Minas. Ou seja, quase R$ 0,50, em apenas 16 meses. Esse reajuste de 13,35% faz com que os mineiros gastem R$ 25 reais a mais para abastecer 50 litros de gasolina. Os dados são da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

A medida do governo mineiro se dá pelo decreto 47.265/17 que passou a vigorar em janeiro deste ano. O decreto também reajusta o valor do etanol em R$ 0,04.

A alteração da alíquota do ICMS, imposto de responsabilidade do estado, foi feito para tentar equilibrar as contas públicas, com um rombo de mais de R$ 8 bilhões para 2018, ainda herança dos deficits dos governos tucanos.

Apesar disso, a oposição foi responsável nos últimos dias por divulgar uma série de fake news, tentando empurrar a culpa para o governo mineiro e para os deputados que votaram a favor da mudança na alíquota.

Entenda por quê o governo mineiro não é o vilão dessa história

O ICMS representa 29% do preço da gasolina nas principais capitais do país. Com base no valor do combustível em dezembro R$ 4.176, reajustado pelo governo federal, o valor do ICMS era de R$ 1,21. Como a alíquota subiu de 29% para 31% (um aumento de 6,98 pontos percentuais), o impacto em relação a dezembro é de R$ 0,08.

Diesel sem aumento

Apesar da alteração no Imposto para gasolina e etanol, o governador Fernando Pimentel firmou compromisso com a diretoria do Sindicato dos Transportadores de Combustível e Derivados do Petróleo de Minas Gerais (Sindtanque-MG), de que não vai mexer na alíquota do ICMS do óleo diesel, evitando o impacto no valor do transporte de carga.

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