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Não vai sobrar nem para a boiada passar

Pesquisa publicada pela revista científica Global Change Biology revela: na Amazônia, o desmatamento é tão crítico que as chamadas florestas secundárias, nascidas em áreas desmatadas, não conseguem se desenvolver para absorver o carbono oriundo do desmatamento.
Em outras palavras: pela primeira vez, a devastação supera o ritmo de recuperação da Floresta Amazônica. As florestas secundárias estão absorvendo menos de 10% do carbono emitido pelos desmatamentos nos últimos 30 anos.
Tão preocupante quanto é saber que o ministro do Meio Ambiente está no cargo para trabalhar diariamente contra o meio ambiente. Ricardo Salles, o político do Partido Novo escolhido para a empreitada de Jair Bolsonaro (que sempre deixou claro que acha uma “bobagem” falar em preservação ambiental), é aquele que foi flagrado em reunião gravada sugerindo ao governo aproveitar o foco na covid-19 e “passar a boiada” na Amazônia e no Pantanal.
Quem continua achando que isso tudo é exagero de ambientalista deveria estudar mais o assunto. E principalmente conhecer a história de antigas reservas florestais que hoje são áreas desérticas. É esse o futuro que vamos deixar para a humanidade? Fora Bolsonaro!

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