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Manifestação reúne funcionalismo público na Assembleia

Fotógrafo: Alair Vieira

 

Professores da rede estadual de ensino decidiram em assembleia geral pela manutenção da greve que se estende há quase um mês. Eles se reuniram na tarde dessa quarta-feira, 06/07, no pátio da Assembleia Legislativa em manifestação conjunta com servidores da saúde, em greve há mais de uma semana, e com militantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT). O protesto também contou com a presença de movimentos sindicais, populares e sociais contrários à política neoliberal adotada pela dupla Aécio/Anastasia.

Acompanhados pelo deputado Rogério Correia, centenas de professores seguiram em passeata pelas ruas da cidade até o prédio do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, localizado na Rua Gonçalves Dias, na região central. “Estamos em greve junto com o funcionalismo e só vamos votar os projetos do governo na Assembleia quando o governador Anastasia negociar com os servidores de uma forma justa”, afirmou o deputado. Uma nova assembleia dos professores foi marcada para o próximo dia 13 de julho.

Reivindicações

A principal reivindicação dos professores é o pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional de R$ 1.597,87 para uma jornada de 24 horas. A categoria acusa o governo de Minas de pagar hoje o pior piso do Brasil no valor de R$ 369,00.

Já os servidores da saúde, em greve desde terça-feira passada, 28/06, reivindicam reajuste salarial de 20,7%, a definição de uma data-base, a criação de uma estrutura de uma carreira adequada e a redução da jornada de trabalho para 30 horas.
Os Servidores da saúde do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) entraram em greve na última segunda-feira, 27/06. A categoria quer reajuste salarial, melhores condições de trabalho e a realização de concurso público.
Os policiais civis, em greve há quase dois meses, querem aumento no quadro de funcionários, equiparação remuneratória de delegados da polícia e representantes do Ministério Público, e melhores condições de trabalho. Exigem também promoção automática a cada cinco anos e a abertura de mais vagas em concursos públicos.

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