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Mais uma do Dallagnol: a obscena história de Deltan com a Unimed

Siga o fio desta história apurada pelo ótimo André Barrocal para a revista Carta Capital:

Em fevereiro de 2016, delações do ex-senador Delcídio Amaral denunciavam operações suspeitas na ANS e Anvisa, agências federais que fiscalizam os convênios de saúde e os medicamentos. As diretorias dessas agências foram indicadas por parlamentares que depois teriam papel de destaque no golpe contra a presidenta Dilma.

A Unimed, maior empresa do segmento, fez uma opção ideológica na eleição de 2014, a última que contou com doações empresariais legalizadas. Repassou R$ 620 mil a Aécio Neves (PSDB), R$ 500 mil ao PSB (na época apoiando Marina Silva). Dilma não recebeu nada.

Apesar dos alertas dados por um dos principais delatores presos pela Lava Jato, os convênios de saúde não foram incomodados. Sequer depoimentos foram colhidos.

Aí surge na história a figura de Deltan Dallagnol. Desde 2014, o procurador e a Unimed são parceiros frequentes, numa aliança regada a bom dinheiro. O coordenador da Lava Jato deu palestras costumeiras pagas pela empresa. A Carta Capital cita algumas: “Em 21 de fevereiro deste ano, ele palestrou na unidade da Unimed em Presidente Prudente (SP). Em 2 de agosto de 2018, na de Porto Alegre (RS). Em março de 2017, na de Assis (SP). Em 22 de julho de 2016, na de Vitória (ES).”

Em mensagem à mulher, Deltan Dallagnol dizia estar recebendo cerca de R$ 30 mil por palestra. Imagine-se o quanto recebeu da Unimed.

Podemos também imaginar as razões do silêncio de Deltan em relação aos planos de saúde.

Temos convicção de que há maracutaia nessa história. Convicções, ensinou-nos Deltan, já bastam, né?

Leia aqui a reportagem da Carta Capital: http://bit.ly/2Yu6huk

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