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Governo de Minas garante verba para alimentação dos servidores das escolas; a iniciativa foi deputado Rogério Correia ainda em 2013

 

governo de minas libera 7 milhoes para alimentacao dos servidores pl de rogerio correia (2)
Repasse é uma iniciativa garantida por esta gestão, que reconhece o direito dos profissionais que atuam nas 3.669 instituições de ensino da rede estadual

Desde sexta-feira (11), a Secretaria de Estado de Educação (SEE) liberou cerca de R$ 7 milhões para que seja garantido o acesso à alimentação escolar a todos os trabalhadores das 3.669 escolas estaduais.  O repasse do Governo de Minas Gerais contemplará mais de 220 mil servidores durante os dias letivos do segundo semestre de 2015. É importante ressaltar que, em 2011, durante a gestão tucana, o Governo de Minas proibiu os servidores de se alimentarem da merenda escolar.

A medida está entre os itens do acordo histórico assinado pela atual gestão e pelos profissionais da Educação em maio deste ano. Foi uma iniciativa do deputado Rogério Correia, que apresentou o Projeto de Lei 1499/2015 assegurando aos profissionais da educação no Estado alimentação de qualidade, e foi anexada a nova Lei 21.710/2015.

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“Este é um dos compromissos assumidos pelo nosso governador e está sendo honrado com a liberação do repasse para os profissionais das escolas da rede estadual de ensino”, explica o subsecretário de Administração do Sistema Educacional, Leonardo Petrus.

O recurso será repassado às escolas, via Caixa Escolar, a partir da assinatura dos termos de compromissos encaminhados às 47 Superintendências Regionais de Ensino. O diretor de cada escola deverá comparecer à sua SRE para assinatura do documento.

A Secretaria de Estado de Educação fará os repasses que variam, de forma geral, de R$2 mil a R$9 mil, de acordo com o número de servidores de cada escola.

“Para o ano de 2016, nós já teremos como fazer isso no início do período letivo e para o ano todo. Mesmo que o pagamento seja feito em duas parcelas, já haverá a previsão para os 200 dias letivos”, adianta Leonardo Petrus.

Nas escolas públicas, a alimentação dos estudantes já estava garantida por todo ano.

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