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Corrupção por contrato: R$ 78 mi para delatar o que estiver combinado

Seria inacreditável, não conhecêssemos já o modus operandi da operação Lava Jato, marcado pela parcialidade/seletividade. Reportagem da revista Piauí revela, de forma documentada, como a Andrade Gutierrez comprou e dirigiu “delações premiadas” de seus executivos. Tudo em comum acordo com os procuradores da Lava Jato. O que nos permite imaginar, com total possibilidade de acerto, que foi “delatado” apenas o que esses procuradores queriam ouvir. Executivos da empresa ganharão pelo menos R$ 78 mil por mês (!) para dizer o que tiver sido combinado.

É um escândalo que, estivéssemos vivendo tempos mais democráticos e justos, ganharia o devido destaque na mídia corporativa. Sobretudo quando lembramos que exatamente o mesmo acordo espúrio foi feito com antigos executivos da Odebrecht.

Já alertei algumas vezes: daqui a algum tempo, espera-se que o menor tempo possível, o Brasil conhecerá várias verdades escondidas por trás da operação Lava Jato. E essa verdade será infelizmente dolorosa, pois conheceremos em detalhes uma trama ardilosamente planejada e cujo resultado está aí: a economia destroçada, as políticas sociais sob cortes profundos, um Judiciário à deusdará e um Brasil dirigido por um grupo extremista cujo único plano conhecido é entregar o país aos interesses norte-americanos.

Leia aqui a reportagem da Piauí: https://piaui.folha.uol.com.br/delacao-financiada/

Rogério Correia, deputado federal (PT-MG)
Mandato Sempre na Luta
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