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Como nos tempo de Sarney e ACM

Uma auditoria realizada pelo TCU (Tribunal de Contas da União) concluiu que o governo Jair Bolsonaro não apresentou critérios técnicos para justificar a distribuição de verbas publicitárias para as TVs abertas.
Segundo o órgão fiscalizador, a mudança de padrão no rateio para as emissoras favorece as que são aliadas do presidente, como o SBT de Sílvio Santos e a Record de Edir Macedo.
Fica evidente que Bolsonaro resgata uma velha política dos tempos de Sarney. Nesta época Antônio Carlos Magalhães (o ACM) comandava o Ministério das Comunicações e distribuía concessões de rádio e TVs, além de verbas publicitárias para as mesmas, em troca de aliados políticos.
A prática foi proibida na Constituição de 1988, mas para o governo Bolsonaro pouco importa o que está escrito na Carta Magna, não é mesmo?
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