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Aécio, Serra, Suíça e um impasse todo brasileiro

O Ministério Público não faz tanta questão, mas sempre aparece uma conta bancária em paraíso fiscal, pertencente a algum político tucano da alta plumagem. É que o Judiciário de países como a Suíça insiste em mandar informações dos malfeitos dessa turma…

E aí criam o impasse.

Os tucanos continuam livres, leves e soltos, como demonstra Aécio Neves (flagrado com a boca na botija, gravado em áudio e vídeo, pedindo propina) e atesta, mais uma vez, o ex-ministro e atual senador José Serra. Informações enviadas pela Suíça demonstram créditos depositados para o tucano em 2006, 2007 e 2009, totalizando R$ 10,8 milhões.

A enrascada: para setores numerosos do Judiciário e da mídia seria melhor que fatos assim não ocorressem. Seria melhor que se limitassem aos seus adversários políticos da esquerda (do PT, principalmente).

Lula e família foram investigados mais de quatro anos. Buscava-se uma continha bancária em paraíso fiscal, ou ao menos em algum país do exterior qualquer.

Nada.

Um grampo telefônico do presidente mais popular da história pedindo propina.

Nada.

Um documento qualquer que comprovasse uma corrupção de Lula.

Nada.

No decorrer desses quatro anos, pelo contrário, formigaram provas, daquelas robustas e incontestáveis, contra Eduardo Cunha, Aécio, Serra, Alckmin e, mais recentemente, os Bolsonaro e seu motorista /repassador de dinheiro Queiroz.

Lula está preso, condenado pelo hoje ministro de Bolsonaro, o arroz de festa da granfinagem Sergio Moro. Razão alegada pelo amigo de Aécio e Doria: um tal “ato de ofício indeterminado” (haja malabarismo “jurídico”…).

Como diria o saudoso, grande mineiro e educador Darcy Ribeiro: “Temos uma perversidade intrínseca em nossa herança, que torna nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso.”

À luta. Sempre!

Rogério Correia,
deputado federal eleito
#SempreNaLuta

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