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Mineiro de Belo Horizonte, Rogério Correia é filho de Marília da Glória Correia Baptista, professora primária e do ensino médio na rede estadual, e de Geraldo de Moura Baptista, comerciário e líder sindical. Seus pais o influenciaram nas lutas populares, pelo exemplo de vida simples e correta de trabalhadores e pela dedicação à família.

Passou parte da infância em São João do Manhuaçu, na Zona da Mata, terra de sua mãe e referência para sua atuação nas áreas rurais. Aos 19 anos, começou a militar nos movimentos populares e sindicais, contra as injustiças sociais.

Professor de Matemática e Física, lecionou na rede estadual por dez anos e vivenciou os conflitos enfrentados pelos educadores.

É casado com Carla Prates. Seus filhos, Júlia, Vitor e Tiago, assim como seus três irmãos, Marcelo, Geraldo e Mônica, estão unidos e engajados, por meio do Partido dos Trabalhadores (PT), em busca da concretização dos ideais populares.

Conheça a trajetória do Deputado Rogério Correia



Em 1977, um fato de repercussão nacional se tornou o marco da trajetória de Rogério Correia nas lutas a favor do ensino. A tentativa de reconstrução da União Nacional dos Estudantes (UNE), que teve focos em Belo Horizonte e São Paulo, levou mais de 200 estudantes presos na capital mineira.

Rogério participou do encontro dos estudantes, na época proibido pelo regime militar, sendo preso por participar da vigília. A partir da repercussão do ocorrido, Rogério teve a certeza de estar no caminho certo, se tornando fiel e cada vez mais ativo na luta por mais direitos e liberdade de expressão.



Em 1978, Rogério Correia se tornou membro da Coordenação Estadual do Movimento de Emancipação do Proletariado (MEP), anterior à criação do Partido dos Trabalhadores (PT).

No MEP, Rogério lutou por melhores condições e salários para os trabalhadores, ainda em uma época em que as lutas por melhorias sociais se encontravam sufocadas pela ditadura militar.



Durante o declínio do regime militar foram criados diversos movimentos grevistas. Dessa vez, Rogério Correia atuou como ativista na Greve dos Operários, além de participar do comando da Greve dos Professores, que mobilizou um número considerável de trabalhadores em educação que reivindicavam salários dignos e melhores condições nas escolas.



Reconhecido pela dedicação às causas dos trabalhadores, Rogério Correia se tornou um dos fundadores da União dos Trabalhadores do Ensino (UTE), atual Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), onde foi dirigente e membro do Conselho Geral.

Na mesma época, Rogério figurou como um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores em Minas Gerais (PT/MG), participando de sua primeira reunião em 1980.

Em 1984, a militância nos movimentos sindicais fez de Rogério, diretor executivo e um dos fundadores da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Hoje, Rogério Correia é membro da Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores e Secretário dos Movimentos Populares, tendo lutado ao lado de grandes nomes da política brasileira, como Lula, Luiz Dulci, Seu Joaquim, Helena Greco e Dazinho, entre tantos outros, por um Estado mais democrático e com menos desigualdades.






1º Mandato – Rogério Correia foi eleito Vereador em 1988 juntamente com políticos importantes da história de Minas Gerais, como Patrus Ananias.

2º Mandato – Reeleito ao cargo de vereador em 1992, com Patrus como prefeito de Belo Horizonte. Esse mandato possibilitou um grande avanço na defesa das bandeiras defendidas por Rogério Correia na capital mineira, uma vez que ele e Patrus compartilhavam a defesa de causas sociais.

3º Mandato – Rogério foi reeleito mais uma vez em 1996, no governo de Célio de Castro.

Principais Projetos e Lei durante sua vereância:

  • Lei permitindo a Manifestação Pública em Belo Horizonte, sancionada pelo, então prefeito, Pimenta da Veiga. Foi a primeira Lei de autoria de Rogério Correia, em 1989
  • Aplicação da Lei de Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) para os Bancos, sancionada por Eduardo Azeredo e aplicada por Patrus. Esta lei passou a ser empregada posteriormente em municípios de todo o país
  • Lei de Regularização do Trabalho (em feiras de artesanato, bancas de revista e camelôs, entre outros), com a finalidade de organizar e regulamentar o serviço ao invés de proibir sua atuação
  • Criação do Estatuto do Servidor e Plano de Carreira
  • Eleito vice-presidente da Câmara
  • Criação do Programa Municipal Bolsa Escola (BEM-BH), iniciado pelo prefeito Célio de Castro
  • Participação no projeto “Orçamento Participativo”, de Patrus Ananias
  • Responsável pela criação do Conselho Municipal de Educação


  • 1º Mandato – Rogério Correia foi eleito deputado estadual por Minas Gerais, tendo Itamar Franco como Governador do Estado. Nesse mandato, foi vice-líder do Governo na Assembleia Legislativa e líder da bancada do Partido dos Trabalhadores (1999-2003).

    2º Mandato – Reeleito ao cargo, foi relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Narcotráfico e presidente da Comissão Especial da Prostituição Infantil, além de ter sido 2º-vice-presidente da Mesa durante o biênio 2005-2006 (2003-2007).

    Delegado Federal do MDA – No segundo mandato do Presidente Lula, fruto de sua militância nas lutas pela reforma agrária e dos trabalhadores e trabalhadoras rurais em defesa e pelo fortalecimento da Agricultura Familiar, Rogério Correia foi nomeado Delegado Federal do Desenvolvimento Agrário de Minas Gerais (DFDA) pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Responsável pela coordenação das políticas e programas públicos para a Reforma Agrária e Agricultura Familiar no estado, conseguindo aumentar, de 242 milhões para 2 bilhões de reais, os recursos do crédito financeiro destinado para a área em Minas Gerais.
    Trabalhando para garantir o desenvolvimento justo e solidário da vida campesina no estado, Rogério Correia apoiou e executou, também e em especial, ações pela implementação e fortalecimento da Educação do Campo. Como delegado do MDA,, promoveu com êxito a integração em Minas Gerais das políticas públicas do Governo Lula destinadas à Reforma Agrária e à Agricultura Familiar e a implantação ou ampliação dos programas como as bibliotecas rurais do “Arca das Letras”, “Expresso Cidadão”, “Território da Cidadania”, “Casa Digital” e o “Crédito Fundiário” (entre julho de 2007 e junho de 2010).

    3º Mandato – Rogério volta ao parlamento mineiro e se torna líder do bloco Minas sem Censura, de oposição ao segundo Governo de Aécio Neves, formado pelos partidos PT, PMDB, PC do B e PRB. Foi o idealizador da Lei Pró-Pequi, responsável por criar uma política de incentivo à comercialização, ao cultivo e ao consumo do pequi e seus derivados. Também foi nesta legislatura, que através de um PL de Rogério Correia, foi instituída a Semana Estadual pela Liberdade de Expressão, pela Democratização e pelo Direito à Informação Pública. A semana é comemorada anualmente nas proximidades do dia 7 de abril, data celebrada como Dia do Jornalista. Durante seus dias, devem ser realizados debates, seminários e outros eventos sobre o tema (2011-2014).

    4º Mandato – Reeleito deputado, agora com o Partido dos Trabalhadores no comando do executivo estadual, Rogério Correia passa a ser líder do bloco Minas Melhor, que dá sustentação do governo Fernando Pimentel. Foi o principal articulador do acordo histórico dos servidores da educação com o Governo de Minas, que garantiu o pagamento do piso salarial profissional nacional da categoria. Reivindicação desprezada pelos governo tucanos. Rogério também foi o relator da Comissão Extraordinárias das Barragens, que investiga as causas do rompimento da barragem de Fundão, da Samarco (Vale e BHP), em Mariana, considerado o maior desastre ambiental do país (2015-2019).